O tempo, como sempre, foi passando de forma simples, metódica e disciplinada. o ano foi passando, as coisas mudaram e mudaram muito. o cenário agora é outro e bem diferente! o mais importante porém é que as pessoas mudaram e nesse quadro de mudança fica mais fácil identificar quem efetivamente pode ser classificado como "diferente" no contexto exclusivo de "singular".
Hoje é absolutamente comum nos pegarmos avaliando e comparando o "atual" com o "anterior". O "atual" ainda em formação sugere inicialmente a deformação do "anterior". E aí, fica fácil identificar que por mais que se queira convergir para o modelo "anterior", a tendencia é de formação de um novo modelo, um novo "status quo" por que é impossível substituir pessoas. Os processos, estes sim, não precisam mudar, mas as pessoas quando mudam, um novo modelo se instala. Os processos se ajustam a uma nova maneira de agir, de pensar, de realizar.
Ninguém é substituível!
Sinto falta da nossa Madre de Calcutá, acho que de tão compreensiva absorvia o nosso stress, mas também quando estragos, do tipo "elefante em sala de cristais" que geravam consequências às vezes incontornáveis, era incapaz de perceber, e os tratava como resíduos "miudinhos" do ultimo desastre e em assim sendo, não eram percebidos pela Madona de S J do Meretricio, sinto falta também da "irracionalidade de Bermudas" às vezes inocentemente me fazia imaginar que seus cromossomos continham gens que são da mesma origem dos cromossomos da GOOGLE. Até o marketing visual das empresas de aviação eram de conhecimento absoluto deste nosso herói. Cinza, preto, vinho, verde. Uma barbaridade !!!, esse cara sabe tudo! quando incorporava o THOR, o martelo era de uma suavidade estrondosa, ...... a falta que nos faz a convivência com o homem, da propaganda enganosa iniciada pelo DaVinte, (o nosso aqui só DaNove), mais cauteloso só dá NOVE, Mas dá. e como dá! não sei se dá nove ou se dá nó. O cara da Janela é que sabe o que experimentou. Enquanto isso, com as mãos suavemente oleosas, firmes e decididas, um outro alcança o "corrimão do sucesso" mais próximo e por aí vai......
Não posso negar a falta que faz a família LÔ. A Lôca do Avatar, de uniforme "pirigueti" a rodar pelos ares d'America e d'Africa, "...carpe diem, quam minimum credula postero".
Enquanto isto numa sala mal iluminada, o tempo não passou, não passa e teima em não passar e enfim, ........ uma lambida, duas lambidas e a carta avisando o BIG BANG, já pode ser postada, o SELO está fixado.
Este espaço tem o objetivo de registrar "passagens da vida" que marcam as mais diversas relações humanas que cultuamos. Palavras, frases, gestos, idéias, concordâncias, discordâncias, e outras coisas mais. Sem necessidade de encontrar a multidão ou de cultuar a solidão! A expectativa é encontrar "personagens" na memória, e assim poder garimpar as "histórias" que a vida nos fez construir.
domingo, 30 de dezembro de 2012
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Iniciando .....
É muito difícil iniciar algo, a partir do zero, quando se tem tanto para lembrar e classificar como algo diferente e marcante. Pode ser que a "passagem" que me vem à cabeça neste momento não seja as sim tão emblemática, mas com certeza é uma das passagem mais fáceis de lembrar porque é recorrente.
No dia a dia, o desenvolvimento de um tema numa conversa, é sempre a "deixa" para que nos lembremos de algo com alguma semelhança com alguma "coisa" que se está desenvolvendo, e a partir daí, começa-se a encontrar o "fio da meada..."
Os personagens e as principais características do relato, serão sempre escamoteados. Não tenho a intenção de divulgar nada alem do fato como simplesmente o "fato", ou a situação como simplesmente a "situação".
Assim, a Lady from S. J. do Meretricio, ocupa na nossa organização, (fraterna(?) organização), o ponto de equilíbrio na movimentação dos humores, e tem desenvolvido uma tolerância,
tão grande que lembra a Madre Teresa de Calcutá ou a nossa Irmã Dulce.
No dia a dia, o desenvolvimento de um tema numa conversa, é sempre a "deixa" para que nos lembremos de algo com alguma semelhança com alguma "coisa" que se está desenvolvendo, e a partir daí, começa-se a encontrar o "fio da meada..."
Os personagens e as principais características do relato, serão sempre escamoteados. Não tenho a intenção de divulgar nada alem do fato como simplesmente o "fato", ou a situação como simplesmente a "situação".
Assim, a Lady from S. J. do Meretricio, ocupa na nossa organização, (fraterna(?) organização), o ponto de equilíbrio na movimentação dos humores, e tem desenvolvido uma tolerância,
tão grande que lembra a Madre Teresa de Calcutá ou a nossa Irmã Dulce.
domingo, 29 de janeiro de 2012
Construindo uma História. Garimpando personagens!
À medida que andamos pelo mundo, seguindo os caminhos que nossos LIMITES nos impõem para alcançarmos a perseguida ZONA de CONFORTO, percebemo-nos lutando para vencê-los, ultrapassá-los.
O bom desta luta é que tudo isto acontece conosco enquanto está acontecendo com as outras pessoas do ambiente onde esta luta ocorre. A suplantação de limites é uma necessidade seja qual for o ambiente que frequentarmos, seja no ambiente social ou no ambiente profissional, seja no bar ou seja no escritório.
O ruim desta necessidade de suplantação de limites se dá quando o objetivo da luta, desvia para a necessidade suplantar não somente os nossos limites mas os limites da competência de terceiros, principalmente quando métodos não éticos são utilizados. Mas o objetivo aqui não é tratar sobre os problemas das relações humanas.
Quantos ambientes convivemos!? Quantas pessoas ou quantos grupos de pessoas temos ou tivemos a sorte(?) de conviver, seja simplesmente vivendo, seja estudando, seja trabalhando,seja ......
Quantos tipos de personagens se repetem em cada grupo ou mesmo em grupos e tempos diferentes. Mas, o importante é descobrir os SINGULARES, não necessariamente os melhores ou os piores, mas os diferentes. São deste conjunto de personagens, que saem as "passagens" que comentaremos aqui.
Os Inteligentes, os Puxa Sacos, os Competentes, as Sérias, as Sereias, os Bonitos e os Feios, as Gostosonas, as Peitudas, as Baixinhas, .......e por aí vai. Estes tipos e tantos outros se repetem consistentemente a cada novo grupo que escolhemos para conviver ou nos grupos que não somos nós que escolhemos a convivência.
Mas, .... igual a "aquele Personagem", é muito difícil que ocorra outro igual.....
O "diferente", pode ser qualquer um de nós. O "momento" é que faz ser
E o que faz sermos diferente, singular, único, ....
é o que pensamos,
é como reagimos a tudo isso,
é o que falamos seja em desabafo, seja em alegria, seja em satisfação, seja lá por que seja.
E ser diferente gera os "momentos que ficam", as "passagem da vida que ficam" marcadas de alguma forma. O que queremos fazer aqui é comentar sobre o que observamos de "diferente" no nosso dia a dia!!!
João 29/01/2012
O bom desta luta é que tudo isto acontece conosco enquanto está acontecendo com as outras pessoas do ambiente onde esta luta ocorre. A suplantação de limites é uma necessidade seja qual for o ambiente que frequentarmos, seja no ambiente social ou no ambiente profissional, seja no bar ou seja no escritório.
O ruim desta necessidade de suplantação de limites se dá quando o objetivo da luta, desvia para a necessidade suplantar não somente os nossos limites mas os limites da competência de terceiros, principalmente quando métodos não éticos são utilizados. Mas o objetivo aqui não é tratar sobre os problemas das relações humanas.
Quantos ambientes convivemos!? Quantas pessoas ou quantos grupos de pessoas temos ou tivemos a sorte(?) de conviver, seja simplesmente vivendo, seja estudando, seja trabalhando,seja ......
Quantos tipos de personagens se repetem em cada grupo ou mesmo em grupos e tempos diferentes. Mas, o importante é descobrir os SINGULARES, não necessariamente os melhores ou os piores, mas os diferentes. São deste conjunto de personagens, que saem as "passagens" que comentaremos aqui.
Os Inteligentes, os Puxa Sacos, os Competentes, as Sérias, as Sereias, os Bonitos e os Feios, as Gostosonas, as Peitudas, as Baixinhas, .......e por aí vai. Estes tipos e tantos outros se repetem consistentemente a cada novo grupo que escolhemos para conviver ou nos grupos que não somos nós que escolhemos a convivência.
Mas, .... igual a "aquele Personagem", é muito difícil que ocorra outro igual.....
O "diferente", pode ser qualquer um de nós. O "momento" é que faz ser
E o que faz sermos diferente, singular, único, ....
é o que pensamos,
é como reagimos a tudo isso,
é o que falamos seja em desabafo, seja em alegria, seja em satisfação, seja lá por que seja.
E ser diferente gera os "momentos que ficam", as "passagem da vida que ficam" marcadas de alguma forma. O que queremos fazer aqui é comentar sobre o que observamos de "diferente" no nosso dia a dia!!!
João 29/01/2012
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