O conceito é simples e muito fácil de entender e até mais fácil
de explicar, entretanto, praticar exige uma ligação intrínseca com o conceito a
qual num processo simbiótico gera uma necessidade de vencer limitações a partir
do reconhecimento das suas potencialidades.
Aí reside a principal
característica do ato de planejar: Perceber a dimensão mais exata das limitações e
reconhecer dentre as potencialidades as forças requeridas para vencer o
desafio, ou ao menos “empatar o jogo”.
Roberto Carlos, falou em uma de suas apresentações que assisti (não me lembro qual e nem quando) “... a
Felicidade é aquela sensação que acontece no momento mágico que se descobre que os sonhos se transformam em Realidade....”
então aí vai uma aplicação do conceito PLANEJAR, seguindo este conceito do Roberto
se, se planeja “sonhos” alinhados com as
potencialidades de execução, vence-se a limitação de realizá-los, e assim
estabelece-se a primeira receita de FELICIDADE.
Planejar é um conceito alinhado com o ato de viver. O mal de alzheimer é uma doença que penaliza o ser
humano na principal perspectiva de gerenciamento de sua vida. O mal retira da pessoa a confiança no
desenvolvimento das ações cotidianas a partir do momento que o acometido pela doença
perde a capacidade de planejar as mais simples atitudes, como ir à padaria
comprar o pão, por exemplo, e isto. por medo de não “lembrar”, na volta com o Pão, que caminho seguir:
direita ou esquerda? Ou seja, o acometido, deixa de “ir em frente” pela simples
falta de reconhecimento de suas potencialidades de localização e direcionamento. Neste momento a
perda do poder de “avaliação das limitações”, devido a falta de reconhecimento
de suas potencialidades, o leva a agir, de duas formas diferentes: maximizando
as limitações e assim retraindo-se da vida, ou minimizando-as e expondo-se ao
desgoverno por absoluta falta da capacidade de planejar.
Sintetizando e com base nestas duas assertivas, podemos afirmar: Planejar é viver! e ainda Planejar é condição minima e necessária para viver feliz!
A Metodologia
Mede-se as limitações a partir do reconhecimento das
potencialidades ou vice-versa! Buscar no baú das experiências o conhecimento necessário para
encaminhar soluções talvez seja a principal atividade de quem planeja pois
impõe-se aí a adequação do uso do conhecimento acumulado como a principal das potencialidades de quem planeja, e neste ponto se
inicia ao que se estabelece como
Método!
- Já passei por isto antes?
- Como
resolvi?
- Existe algo na minha memória relativa a este desafio que devo
maximizar?
- Preciso de experiencia adicional?
- Existe algo que devo evitar?
- Existe algo que não tenho como evitar?
- Ou
seja, Tenho que administrar os "caminhos"?
- Em suma: Tenho a Receita do Bolo?
Estas perguntas precisam ser respondidas para se iniciar o processo. Desse modo a mais cartesiana das atividades precisa de sedimentar as definições para que se reconheça as limitações e a partir daí gerenciar as potencialidades.
Desenvolvendo (Planejando)
Qual é o sonho? Qual é o
desafio? Porque terei que vencê-lo? Quando
tenho que vencê-lo? Onde vou realizar tamanho feito? Quem vai me ajudar a
Resolver? Quanto terei que dispor para
realizá-lo?
O processo
passa inexoravelmente pela compreensão do desafio
O que Fazer? -
Definição
Porque fazer? -
Justificativas
Onde Fazer? -
Localização
Quando fazer? - Tempo
Quem Fará? - Recursos
Quanto Custa? - Financiamento
Quanto Tempo? - Duração
Quanto Tempo? - Duração
Agora é fácil é só caminhar para a comemoração!